Pesquisar este blog

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
                                                       
Mostrando postagens com marcador rede. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rede. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

6 coisas que podem ser hackeadas e você não sabia

Os computadores foram apenas a ponta do iceberg. Sem grandes dificuldades, um hacker poderia parar um coração e até comandar cérebros.Foi no final dos anos 50 que os hackers surgiram. Desde então, vêm encontrando brechas e promovendo estragos em computadores. Mocinhos ou vilões, eles podem denunciar os problemas de segurança de um sistema, ou invadi-los e promover o caos.

Computadores e redes foram seu único campo de trabalho por um longo tempo. Mas com a tecnologia fazendo cada vez mais parte de nossas vidas, os hackers expandiram sua atuação para além das fronteiras dos sistemas operacionais. Confira a lista das 6 coisas que podem ser hackeadas e provavelmente você nem fazia ideia.

1. Sorria, seu bebê está sendo observado

Já imaginou seu filho de colo sendo assistido por hackers? Se essa ideia lhe causa calafrios, é bom ficar atento na hora de comprar uma babá eletrônica. O produto pode ser um alvo fácil para hackers, devido às brechas na segurança do aparelho. Apesar dos aprimoramentos tecnológicos, as fabricantes não têm se preocupado em fazer produtos seguros.

Uma babá eletrônica com monitor de TV, por exemplo, pode ter seus canais sem fio sintonizados fora de casa, por qualquer pessoa que tenha um aparelho semelhante ou mesmo um receptor sem fio.

A vulnerabilidade é tão grande que uma família americana processou uma fabricante de sistemas de monitores para bebês. Depois de usar o sistema por meses, o vizinho (que tinha comprado recentemente um aparelho semelhante) alertou-os que a câmera do monitor estava transmitindo um sinal forte o suficiente para ser sintonizado na sua casa. Além disso, o microfone instalado no quarto da criança era tão sensível que o vizinho era capaz de ouvir conversas inteiras acontecendo fora do quarto dela.

As versões mais recentes de monitores de bebês apresentam o “salto de frequência”, uma tecnologia que muda de canal aleatoriamente para garantir privacidade. Mas os modelos mais velhos e menos seguros ainda podem ser encontrados nas prateleiras das lojas.

2. Segredos da Coca

Nem as inocentes máquinas de bebidas doces estão imunes aos hackers. Vários vídeos disponíveis na internet mostram pessoas que conseguiram acessar as máquinas da Coca-Cola. Fabricadas no final dos anos 90, elas podem ser invadidas com um código simples.

O hacker pode obter dados comerciais da máquina, como quantidade de vendas dos produtos e o valor arrecadado. Alguns afirmam serem capazes de alterar preços e até pegar uma bebida de graça, mas isso não aparece em nenhum dos vídeos que circulam pela web.

3. Perdendo o controle

Quem tem carro sabe que abrir uma garagem com um controle é extremamente confortável, principalmente em dias chuvosos. Mas essa conveniência pode custar caro: os hackers podem mudar um controle facilmente e em poucos minutos o dispositivo estará aceitando uma porta USB.

Depois de hackear o controle, basta apenas chegar perto de uma garagem com um notebook rodando um software específico. Em poucos segundos a garagem estará aberta, livre para qualquer pessoa entrar.

Os softwares para modificar o funcionamento de um controle estão disponíveis na internet e uma série de tutoriais que ensinam como hackear podem ser encontrados online. Felizmente, esta vulnerabilidade é um problema apenas para sistemas mais antigos, já que os controles mais recentes usam um código rotativo que muda cada vez que é usado.

4. Ladrões high-tech

Especialistas em segurança de carros têm uma nova dor de cabeça com a qual se preocupar: os ladrões hackers. Eles podem desbloquear um carro e até dar a partida com apenas o envio de uma ou duas mensagens de celular. Muitos sistemas automotivos, como o OnStar utilizam o mesmo tipo de tecnologia de um aparelho móvel.

Sendo assim, os novos veículos estão sujeitos à mesma vulnerabilidade do celular. Os hackers também podem promover um estrago na infraestrutura do trânsito, como em redes de energia e sistemas de tráfego.

Mas nem tudo está perdido. Com apenas algumas mudanças, os fabricantes de automóveis podem fechar as portas para os hackers – apesar de não ser muito barato. Apenas os veículos com sistemas modernos estão vulneráveis. Considere os riscos ao comprar um veículo com conectividade avançada e saiba que você pode optar por desativar a parafernália tecnológica.

5. Hackers de humanos

Implantes médicos de alta tecnologia como bombas de insulina e marca-passos podem salvar vidas. Mas os hackers podem usar seus recursos para um fim (bem) menos útil. Pesquisadores demonstraram que determinados marca-passos que usam um sinal sem fio para ajustes são bastante vulneráveis. Basta apenas usar um software para fazer a reprogramação.

Os médicos utilizam esses dispositivos de programação sem fio para fazer ajustes sutis no coração dos pacientes, sem a necessidade de cirurgias adicionais. Infelizmente, o sinal que é utilizado não é criptografado, o que significa que qualquer pessoa pode acessar o dispositivo. Aqui, o sentido de ser hacker ganha outra dimensão, muito mais perversa, já que ele conseguiria manipular o coração de um paciente, causando a parada cardíaca dele e até mesmo a morte.

Bombas de insulina aparentemente são ainda mais suscetíveis a interferências externas. Usando antenas de rádio, hackers podem roubar o sinal sem fio de uma bomba e causar uma explosão de insulina em um paciente, com resultados potencialmente mortais.

6. Zumbilândia

De todas as mídias de armazenamento que você utiliza para guardar as informações mais importantes o seu cérebro é de longe a mais complexa. Por causa da imensa quantidade de dados que o cérebro humano pode armazenar, os cientistas vêm tentando quebrar os nossos “discos rígidos internos” já faz algum tempo.

A parte assustadora disso? Eles estão realmente chegando perto. Ao construir modelos complexos de outros cérebros do reino animal (como os de ratos, gatos e macacos), os pesquisadores começaram a traduzir os trilhões de impulsos de nossa cabeça em dados legíveis.

A Agência de Defesa de Projetos Avançados em Pesquisa dos Estados Unidos está financiando um programa de quase 5 milhões de dólares para a engenharia reversa de seres humanos, em um esforço para decifrar suas habilidades computacionais.

Alguns cientistas veem um futuro em que robôs microscópicos serão injetados na corrente sanguínea de uma pessoa para ir direto ao cérebro monitorar suas atividades. Claro que, com as vulnerabilidades apresentadas em marca-passos e bombas de insulina, não é difícil prever que hackers poderiam assumir o funcionamento dos microrrobôs. Melhor nem imaginar as consequências de estranhos no controle de nosso cérebro


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Desmistificando os dados nos detalhes da conexão de rede Saiba o que são aqueles itens presentes nos detalhes de uma conexão.


Se algum dia você já precisou abrir as propriedades de conexão em seu computador, deve ter observado que há uma série de números e siglas. Outro detalhe reside no fato de que, normalmente estas especificações são acessadas por meio do IPV4. Você já parou para pensar o que é tudo isso?
Se você sempre quis saber o que eram os dados exibidos na sua conexão de rede, abaixo segue uma pequena descrição de cada um deles.

IPV4 ou IPV6?

A sigla representando o nome de ambos vem de Internet Protocol Version 4 e 6. Você já deve ter percebido que sempre que as propriedades da rede são abertas é a partir do IPV4 na lista em vez de no IPV6. A diferença entre eles é que os protocolos do tipo IPv4 utilizam endereços de 32 bits, o que é suficiente para conectar à rede cerca de 4.3 bilhões de computadores.
IPV4 ou IPV6?
O IPv6, utiliza endereços de 128 bits, por isso suporta um número muito maior de dispositivos. Devido ao crescimento dos usuários da internet, em breve a quantidade de usuários suportada pelo IPV4 não será mais suficiente para atender a demanda. Segundo a previsão de especialistas, os endereços restantes do IPv4 serão esgotados até 2012 o que fará necessária a migração para o IPV6.

Endereço IP

O IP, do inglês “Internet Protocol” (Protocolo de Internet), é um dos protocolos principais da Camada de Internet. Ele é o responsável pela entrega de pacotes por toda a rede, efetuando o direcionamento deles (do host para seu destinatário final) baseado nos endereços de cada um.
Cada computador conectado à Internet possui um endereço IP para a sua identificação, como o que aparece quando você acessa as propriedades de conexão de seu computador. Esses números estão no formato decimal, entretanto eles são interpretados pelo computador como binários. Observe que eles são separados por quatro pontos, como na imagem abaixo:
Exemplo de endereço IP
Cada uma dessas partes é chamada de octeto, pois em sua forma binária elas são compostas por oito números. Eles são separadores e utilizados para criar classes de endereços IP. Se você somar todas as posições, o total é de 32 e é por isso que os endereços de IP são considerados como contendo 32 bits.

Máscara de sub-rede

A máscara de sub-rede, falando de uma maneira simples, tem uma estrutura parecida com um endereço IP. Ela também é composta por 32 bits e serve para “mascarar” parte do endereço IP.  Entretanto, ela aparece com valores representados por números entre 0 e 255.
Ela tem como principal função notificar ao roteador que as mensagens (com emissor e destino) possuem um endereço distinto. Ela permite reconhecer a parte do identificador de rede e do host. Por meio da máscara de sub-rede o roteador sabe que, se os três primeiros números são compartilhados, os pacotes devem permanecer na rede e não ser transmitidos para outra distinta, por exemplo.

Gateway padrão

O gateway padrão é o responsável por indicar um roteiro padronizado que é utilizado pelo protocolo TCP/IP para comunicar-se com os hosts em outras redes. Eles são essenciais para garantir que o roteamento pelo IP funcione de forma otimizada e eficiente.
É pelo gateway que um roteador percebe que existem redes externas e sabe como se conectar a elas. Se o gateway padrão tiver alguma falha, a comunicação com a internet e redes remotas é prejudicado.

Servidor DNS Preferencial e Alternativo

A sigla DNS, do inglês Domain Name System, é uma espécie de sistema para a tradução de endereços de IP para nomes de domínios. Assim, é possível atribuir nomes a um IP numérico, pois o DNS será responsável por efetuar a interpretação das palavras que foram utilizadas e transformá-las em números, de forma que o computador as compreenda e devolva o caminho correto por meio do acesso bem sucedido.
O DNS fornece um nome ao IP
Existem dois tipos básicos de DNS em uma conexão, o preferencial e o alternativo (também chamados de DNS primário e secundário).  O primeiro seria o local no qual o seu computador procura quando você digita um endereço na internet. Caso ele não seja uma identificação boa o suficiente para completar a tarefa, ele tenta buscar no que foi especificado como secundário.


Precisando de Técnico no Rio de Janeiro?
146
--> Trovão Dourado Informática <--
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Reversor de URL

Preencha no primeiro campo a URL invertida e dê "TAB"
Sua URL está pronta! É só colar no navegador.
Desenvolvido por Jade Guerra as 03:12 am data 02/04/2011