Lenovo IdeaPad A1
- Tela: 7 polegadas;
- Resolução: 1024 x 600 pixels;
- Sistema operacional: Android 2.3 Gingerbread;
- Processador: ARM Cortex A8;
- Memória de armazenamento: até 32 GB;
- Câmeras: frontal de 1 MP e traseira de 3 MP.
Este é um blog de notícias e compartilhamento, para você que gosta de aprender e não consegue encontrar informações precisas sobre como usar as tecnologias de hoje em seu dia-a-dia. Todas as informações contidas neste blog são para mero aprendizado, não disponibilizamos download de pirataria! Anteciosamente equipe do Newbie.
Computadores e redes foram seu único campo de trabalho por um longo tempo. Mas com a tecnologia fazendo cada vez mais parte de nossas vidas, os hackers expandiram sua atuação para além das fronteiras dos sistemas operacionais. Confira a lista das 6 coisas que podem ser hackeadas e provavelmente você nem fazia ideia.
Já imaginou seu filho de colo sendo assistido por hackers? Se essa ideia lhe causa calafrios, é bom ficar atento na hora de comprar uma babá eletrônica. O produto pode ser um alvo fácil para hackers, devido às brechas na segurança do aparelho. Apesar dos aprimoramentos tecnológicos, as fabricantes não têm se preocupado em fazer produtos seguros.
Uma babá eletrônica com monitor de TV, por exemplo, pode ter seus canais sem fio sintonizados fora de casa, por qualquer pessoa que tenha um aparelho semelhante ou mesmo um receptor sem fio.
A vulnerabilidade é tão grande que uma família americana processou uma fabricante de sistemas de monitores para bebês. Depois de usar o sistema por meses, o vizinho (que tinha comprado recentemente um aparelho semelhante) alertou-os que a câmera do monitor estava transmitindo um sinal forte o suficiente para ser sintonizado na sua casa. Além disso, o microfone instalado no quarto da criança era tão sensível que o vizinho era capaz de ouvir conversas inteiras acontecendo fora do quarto dela.
As versões mais recentes de monitores de bebês apresentam o “salto de frequência”, uma tecnologia que muda de canal aleatoriamente para garantir privacidade. Mas os modelos mais velhos e menos seguros ainda podem ser encontrados nas prateleiras das lojas.
Nem as inocentes máquinas de bebidas doces estão imunes aos hackers. Vários vídeos disponíveis na internet mostram pessoas que conseguiram acessar as máquinas da Coca-Cola. Fabricadas no final dos anos 90, elas podem ser invadidas com um código simples.
O hacker pode obter dados comerciais da máquina, como quantidade de vendas dos produtos e o valor arrecadado. Alguns afirmam serem capazes de alterar preços e até pegar uma bebida de graça, mas isso não aparece em nenhum dos vídeos que circulam pela web.
Quem tem carro sabe que abrir uma garagem com um controle é extremamente confortável, principalmente em dias chuvosos. Mas essa conveniência pode custar caro: os hackers podem mudar um controle facilmente e em poucos minutos o dispositivo estará aceitando uma porta USB.
Depois de hackear o controle, basta apenas chegar perto de uma garagem com um notebook rodando um software específico. Em poucos segundos a garagem estará aberta, livre para qualquer pessoa entrar.
Os softwares para modificar o funcionamento de um controle estão disponíveis na internet e uma série de tutoriais que ensinam como hackear podem ser encontrados online. Felizmente, esta vulnerabilidade é um problema apenas para sistemas mais antigos, já que os controles mais recentes usam um código rotativo que muda cada vez que é usado.
Especialistas em segurança de carros têm uma nova dor de cabeça com a qual se preocupar: os ladrões hackers. Eles podem desbloquear um carro e até dar a partida com apenas o envio de uma ou duas mensagens de celular. Muitos sistemas automotivos, como o OnStar utilizam o mesmo tipo de tecnologia de um aparelho móvel.
Sendo assim, os novos veículos estão sujeitos à mesma vulnerabilidade do celular. Os hackers também podem promover um estrago na infraestrutura do trânsito, como em redes de energia e sistemas de tráfego.
Mas nem tudo está perdido. Com apenas algumas mudanças, os fabricantes de automóveis podem fechar as portas para os hackers – apesar de não ser muito barato. Apenas os veículos com sistemas modernos estão vulneráveis. Considere os riscos ao comprar um veículo com conectividade avançada e saiba que você pode optar por desativar a parafernália tecnológica.
Implantes médicos de alta tecnologia como bombas de insulina e marca-passos podem salvar vidas. Mas os hackers podem usar seus recursos para um fim (bem) menos útil. Pesquisadores demonstraram que determinados marca-passos que usam um sinal sem fio para ajustes são bastante vulneráveis. Basta apenas usar um software para fazer a reprogramação.
Os médicos utilizam esses dispositivos de programação sem fio para fazer ajustes sutis no coração dos pacientes, sem a necessidade de cirurgias adicionais. Infelizmente, o sinal que é utilizado não é criptografado, o que significa que qualquer pessoa pode acessar o dispositivo. Aqui, o sentido de ser hacker ganha outra dimensão, muito mais perversa, já que ele conseguiria manipular o coração de um paciente, causando a parada cardíaca dele e até mesmo a morte.
Bombas de insulina aparentemente são ainda mais suscetíveis a interferências externas. Usando antenas de rádio, hackers podem roubar o sinal sem fio de uma bomba e causar uma explosão de insulina em um paciente, com resultados potencialmente mortais.
De todas as mídias de armazenamento que você utiliza para guardar as informações mais importantes o seu cérebro é de longe a mais complexa. Por causa da imensa quantidade de dados que o cérebro humano pode armazenar, os cientistas vêm tentando quebrar os nossos “discos rígidos internos” já faz algum tempo.
A parte assustadora disso? Eles estão realmente chegando perto. Ao construir modelos complexos de outros cérebros do reino animal (como os de ratos, gatos e macacos), os pesquisadores começaram a traduzir os trilhões de impulsos de nossa cabeça em dados legíveis.
A Agência de Defesa de Projetos Avançados em Pesquisa dos Estados Unidos está financiando um programa de quase 5 milhões de dólares para a engenharia reversa de seres humanos, em um esforço para decifrar suas habilidades computacionais.
Alguns cientistas veem um futuro em que robôs microscópicos serão injetados na corrente sanguínea de uma pessoa para ir direto ao cérebro monitorar suas atividades. Claro que, com as vulnerabilidades apresentadas em marca-passos e bombas de insulina, não é difícil prever que hackers poderiam assumir o funcionamento dos microrrobôs. Melhor nem imaginar as consequências de estranhos no controle de nosso cérebro
O modo de usar perfumes e outros cosméticos pode mudar radicalmente depois do experimento de Lucy McRae, uma artista especializada em “arquitetura do corpo” e tecnologia. Em conjunto com a bióloga Sharef Mansy, ela criou uma cápsula que, quando ingerida, não solta um aroma de rosas ou lavanda, mas produz no corpo um odor que define a essência e a identidade de cada usuário.
Explicando em detalhes: após você engolir a Swallowable Perfum (“perfume que pode ser engolido”, em tradução livre), sua pele passa a expelir moléculas em formato de gotículas douradas, que carregam uma fragrância única, que deve mostrar, segundo McRae, “quem nós somos e como trabalhamos com nossa identidade”.
O odor expelido leva em conta a influência que o usuário passa no momento em relação a itens como clima, stress, exercícios físicos ou até tensão sexual. A pílula-cosmético ainda está em fase de testes e não tem previsão de lançamento
Quando os catálogos comerciais surgiram, houve uma grande mudança no mercado varejista e as pessoas passaram a querer utilizar a novidade superatrativa que trazia mais comodidade e facilidade na hora de comprar. Contudo, com o avanço tecnológico e o surgimento de sites virtuais de compras, esse costume foi deixado de lado por grande parte da população.
Mesmo assim, até hoje esses cadernos com uma variedade de produtos e ofertas ainda têm o seu espaço e algumas pessoas ainda não os abandonaram, sendo eles enviados pelo correio ou passados de mão em mão. No entanto, se depender do Google, esse antigo formato de papel está prestes a desaparecer em breve.
O gigante das buscas acaba de lançar mais um serviço exclusivo: o Google Catalogs que é um aplicativo gratuito para iPad o qual possibilita que os usuários possam acessar catálogos de grandes marcas de moda, beleza, acessórios e artigos para a casa. O app é totalmente interativo e permite que você folheie os catálogos tranquilamente, veja detalhes dos produtos, faça a compra e ainda monte wishlists com colagens, podendo compartilhar ou enviar para outros usuários.
(Fonte da imagem: Divulgação)
Com o forte apelo de ainda contribuir para a preservação da natureza, usando o tema “A Greener Way to Shop” (Uma forma mais verde de comprar), o Google Catalogs preza por abolir o uso de catálogos de papel e tornar a experiência de compras muito mais envolvente, interativa e criativa.
Com o Google catalogs, é possível saber mais detalhes sobre cada produto e acessar até vídeos relacionados com cada um deles. Por exemplo, numa loja de eletrodomésticos para culinária, você poderá assistir vídeos de receitas que utilizam o produto.
(Fonte da imagem: Divulgação)
Se você deseja uma peça de roupa específica, é só acessar a busca que ele encontra para você entre os catálogos de diversas lojas cadastradas. Você pode ainda salvar os seus favoritos e guardá-los numa colagem especial (estilo scrapbook) e enviar, por exemplo, para o seu namorado se inspirar para comprar o seu presente perto do seu aniversário, que tal? O Google Catalogs também procura a unidade da marca mais próxima do seu endereço, se você desejar visitar a loja física.
Com o Google Catalogs é possível fazer wishlists com seus itens preferidos (Fonte da imagem: Divulgação)
O novo aplicativo abre também um novo leque de opções para as marcas apresentarem seus produtos, de forma mais atraente e com a interatividade que possibilita mostrá-los de forma tão completa que em um catálogo comum de papel não seria possível.
Pronta para começar um novo jeito de comprar ou apenas conferir as novidades das lojas que estão presentes no Google Catalogs? Para baixar o aplicativo para o iPad, você precisa ter uma conta na App Store do iTunes e então fazer o download gratuito.
(Fonte da imagem: Divulgação)
Feito isso, para acessá-lo é supersimples: basta escolher o catálogo da marca que você deseja e visualizá-lo. Você pode encontrá-lo em “Featured”, onde estão os conteúdos de destaque ou conferir todas as opções em “Catalogs”. Nesse local, os itens são separados por categoria e você pode também fazer uma pesquisa usando a barra de busca, habilitada pela lupa no topo da tela. Você poderá encontrar catálogos de grandes marcas de moda, beleza, móveis, objetos de decoração, joias, cosméticos, perfumes e muitos outros produtos.
(Fonte da imagem: Divulgação)
Você pode navegar apenas deslizando o dedo para os lados e viajar pelo mundo dos produtos de mais de 40 lojas cadastradas no aplicativo. Caso se interesse por uma das peças, basta tocar o ícone representado por uma etiqueta e o app redireciona você para a página que mostra mais detalhes do produto e o preço. É possível também acessar a opção de compras pelo site e o app irá redirecionar para o endereço da internet.
Entre as marcas que já aderiram ao Google Catalogs em seu lançamento estão: Sephora, Saks Fifth Avenue, Urban Outfitters, Neiman Marcus, Williams-Sonoma, Macy’s, Alloy, Anthropologie, Athleta, Bare Escentuals, Bare Necessities, Bergdorf Goodman, , Boden, Brooks Brothers, CB2, Create&Barrel, Delia’s, Eddie Bauer, Fossil, Free People, Gump’s, Horchow, L.L. Bean, The Land of Nod, Lands’ End, Nordstrom, Patagonia, Pottery Barn, Red Envelope, Ross+Simons, Ralph Lauren Rugby, Sundance, Tea, Ugg, Venus e West Elm. A tendência é que, a partir de agora, mais grifes entrem na lista.
Se você tem o iPad, já pode ir conferindo a novidade! É só acessar o link do iTunes e baixar gratuitamente. Se você tem um tablet com Android, é só ter um pouquinho de calma, pois o Google divulgou que em breve o aplicativo estará disponível também para esse sistema.
Reuters. Por Duncan Miriri e Tarmo Virki em Helsink - A Nokia apresentou nesta quinta-feira dois modelos de celulares com preços mais baixos motivada pelos mercados africanos, buscando fortalecer sua posição contra rivais asiáticas que oferecem produtos mais baratos.
As ações ds Nokia têm recuado este ano em meio à resistência da empresa de acompanhar o ritmo do desenvolvimento de smartphones, enquanto também perde terreno para companhias asiáticas de baixo custo como ZTE e GFive.
O modelo Nokia 101, que permite a utilização de dois chips, estará disponível no atual trimestre por cerca de 25 euros (35,22 dólares), exluindo impostos e subsídios. Já o Nokia 100 será comercializado no próximo trimestre por cerca de 20 euros.
O primeiro modelo da Nokia a permitir a utilização de dois chips chegou ao mercado apenas no trimestre passado, abrindo espaço para rivais menores se beneficiarem da crescente demanda por equipamentos do tipo, bastante populares em países como a Índia.
Executivos da companhia afirmaram, durante lançamento à imprensa na capital do Quênia, que a África, cuja maioria da população é formada por jovens, representa um mercado estratégico.